terça-feira, março 31

Entre morros em Maquiné....

O silêncio era simples, assim com era sutil o rosto de cada um daqueles moradores... O encanto de uma cidade quase bairro, ou seria um bairro transformado em cidade? Não importa... O encanto era de arrepiar pela paz e tranqüilidade transmitida. Super dimensionado? Talvez, mas em verdade, um refugio para quem precisava esquecer o cotidiano cansativo e pesado de uma cidade em desenvolvimento....
Natureza em evidência, natureza protagonista. Céu, sol, rio e morros, para todos os lados. Cheiro de grama e som de água corrente embelezou os dois dias de um quarteto dentre uma cabana. Imaginar mais de 48 horas sem as novas tecnologias, sem internet, celular, televisão, seria impossível até chegar e esquecer de uma vez que tudo isso já existe. Fogão? A lenha. Casa? De madeira. Chão? Batido. Barulho? Nenhum...
Em menos de meia hora praia e depois de alguns quilômetros novamente nada. Em pouco tempo, movimento e com o passar das horas, tranqüilidade. Bom papo, boa comida, feita em panela de ferro, boa companhia e boas histórias. O mundo parou por mais de 30horas, ele estacionou, eu desci, respirei, tomei coragem, voltei e ele novamente se pos a girar... Que maravilha!


“Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida Com alguns bons amigos, bebendo de bem com a vida De uma América à outra consigo passar num segundo Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo Um menino caminha e caminhando chega no muro E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está E o futuro é uma astronave Que tentamos pilotar Não tem tempo nem piedade Nem tem hora de chegar Sem pedir licença muda nossa vida ..”

Um comentário:

  1. Parar de vez em quando é bom. Para pensar se vale a pena a corrida do dia-a=dia, e para tomar fôlego para retornar à disputa.

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